Insensibilidade fazem com que muitos pais torturem seus filhos até a morte

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Na atualidade, alguns pais caminham na contramão da criação e do desenvolvimento intelectual de seus filhos. Ao invés de demonstrar bons modos, fazem totalmente o contrário na frente dos seus filhos, seja ingerindo bebidas alcoólicas ou fazendo uso de cigarros e até utilizando drogas ilícitas. Muitas das vezes, ainda trocam a companhia dos filhos por parceiros de baladas.

Na contramão da lei natural da vida, muitos são ceifados pelos próprios pais. Como aconteceu com a pequena Isabela Nardoni em 2008, brutalmente assassinada pelo pai e pela madrasta; recentemente o caso do menino Henry Borel que vinha sofrendo agressões físicas constantemente até que não aguentou mais e veio a óbito. Alguns meses depois, o Brasil e o mundo se deparam com a morte do pequeno Gael Freitas Nunes de 3 anos de idade, que não resistiu aos maus tratos causados pela mãe.

De acordo com o boletim de ocorrência, foi informado que Gael Freitas estaria sozinho na cozinha com sua mãe, Andréia Freitas de Oliveira, de 37 anos, quando sons de vidro se quebrando e choro chamaram atenção da tia-avó, que morava no mesmo apartamento que os dois e a irmã adolescente do menino.

De acordo com a coordenadora e voluntária da Federação de Amor Exigente, Deise Tavares “não existem regras, limites, dentro das famílias, valores, virtudes, infelizmente não conseguem distinguir o que é e para que serve. Filhos estão enfrentando violência moral, física, permissividade aos extremos, estão sendo abandonados mesmo estando dentro de casa, não existe classe social, as famílias e pais tóxicos da nova geração, não sabem o quanto esses filhos criaram traumas, e até comorbidades sérias ao longo de suas vidas”, informou Deise.

Ainda segundo a coordenadora e voluntária da Federação de Amor Exigente “alguns pais, andam pela contramão da criação, ao invés de dar exemplos, bebidas alcoólicas, cigarro, Narguilé e até drogas ilícitas estão sendo utilizadas na frente das crianças, e ainda, troca os filhos por parceiros, por festas e idas a bares, casas noturnas, frequentemente”, conclui a coordenadora.

No Brasil, segundo o levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), ao menos 2 mil crianças de até 4 anos de idade foram mortas por agressão no Brasil, de janeiro de 2010 a agosto de 2020. Para cada caso de óbito registrado dessa forma, especialistas estimam haver outros 20 subnotificados. Os dados de mortalidade de 2020 ainda são preliminares e não foram consolidados até o fim do ano.

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