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sábado, 5 setembro 2026
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Regional Terça Maior conta a história de Luiz Americano em recital no CCN

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No próximo domingo, 6 de setembro, o projeto Choro na Manhã presta um tributo ao clarinetista e saxofonista Luiz Americano, em apresentação com entrada franca, no Centro de Culturas Negras (CCN) Mãe Sylvia de Oxalá, a partir das 10 horas. 

“Considerado um dos grandes nomes do choro de todos os tempos, Luiz Americano atuou ao lado de Pixinguinha, Donga, João da Bahiana e outros expoentes da música instrumental brasileira”, diz Paulo Gilberto, do Regional Terça Maior, grupo que retoma o projeto Choro na Manhã e dá continuidade ao trabalho que por quase duas décadas foi conduzido pelo conjunto Retratos.

Formado pela Universidade São Judas, na classe do Professor João Dias Carrasqueira, Paulo Gilberto, o Mestre Giba da flauta, enriquece o Choro na Manhã não apenas pelo domínio técnico e sensibilidade na execução instrumental, mas por ilustrar cada apresentação com histórias e curiosidades do universo do Choro. No Regional Terça Maior, ele está ao lado de Rodrigo Moura (cavaquinho), Edgard Moreira (violão 7 cordas), Jefferson Bueno (Clarinete/saxofone), Wellington Silva (violão 6 cordas) e Bruno Rossa Nunes (pandeiro), que formam o núcleo atual do projeto Choro na Manhã.

O Choro (ou chorinho) teve início por volta de 1870, quando Joaquim Callado criou um grupo de Choro com violão e cavaquinho, conhecido como o “conjunto de pau e corda”. Em 1880 lança seu grande sucesso, a música Flor Amorosa. Depois disso, composições de Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e tantos outros consagraram o Choro como expressão da nossa identidade cultural, caracterizado essencialmente pelo uso de instrumentos como cavaquinho, violão, flauta e pandeiro. Desde 2024 o Choro é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural imaterial do Brasil.

O projeto Choro na Manhã acontece no primeiro domingo do mês no Centro de Culturas Negras Mãe Sylvia de Oxalá  (anteriormente Centro Culturaldo Jabaquara), com a proposta de revisitar grandes clássicos do Choro e resgatar composições ainda hoje pouco difundidas.

Projeto Choro na Manhã

Centro de Culturas Negras Mãe Sylvia de Oxalá  (Centro Cultural do Jabaquara)

Rua Arsênio Tavolieri, 45 – próximo ao Metrô Jabaquara

Entrada franca

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