Ação de Cidadania na plataforma A da EMTU Jabaquara

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Nesta quinta feira (dia 22), das 10h ás 13 horas, na estação do Metro Jabaquara na Plataforma A da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo, será realizada roda de conversa para informação, sensibilização sobre a violência contra mulher, com psicóloga da casa Bem Querer Mulher com distribuição de material informativo e kits de higiene, de absorventes íntimos, sabonetes líquidos, máscaras, e cadastramento para tarifa social de energia – ENEEL Agência Nacional de Energia Elétrica, orientação para oficina de empreendedorismo e Banco do Povo – ADESAMPA, mural de assinatura de apoio a Lei do Feminicídio, display de exposição de material informativo, Unidade Móvel – CPLGBTI+, orientação sobre violência da mulher;(com a Delegacia da Mulher), orientação de Políticas Públicas para Mulher; (com a Coordenadoria de Políticas para Mulheres), para a População Negra e Indígena, (com a Coordenadoria de Politicas para a população Negra e Indígena) e orientação sobre atendimentos de crimes contra a vida (ameaça, homicídio, latrocínio, feminicídio) com a CRAVI – Centro de Referência e Apoio à Vítima. Entidades parceira CIC – Casa da Cidadania Jabaquara, EMTU e Associação Comunidade Ativa de Vila Clara.

O objetivo do evento é sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre a violência sofrida pelas mulheres, que muitas das vezes leva à morte violenta.
Incentivar através de panfletagens, roda de conversa e esclarecimentos, sobre o feminicídio como a maior violação de direitos humanos contra as mulheres, crime hediondo que não pode ser naturalizado ou banalizado. Dar visibilidade às ações de enfrentamento ao feminicídio e, de modo específico, à Lei Federal 13.104/15 mais conhecida como Lei do Feminicídio, e sensibilizar quanto à importância da Higiene Menstrual.

Violência contra mulher

A violência contra mulheres constitui-se em uma das principais formas de violação dos seus direitos humanos, atingindo-as em seus direitos à vida, à saúde e à integridade física. Apesar de ser um fenômeno que atinge grande parte das mulheres em diferentes partes do mundo, dados e estatísticas sobre a dimensão do problema ainda são bastante escassos e esparsos. Homens e mulheres são atingidos pela violência de maneira diferenciada. Enquanto os homens tendem a ser vítimas de uma violência predominantemente praticada no espaço público, as mulheres sofrem cotidianamente com um fenômeno que se manifesta dentro de seus próprios lares, na grande parte das vezes praticado por seus companheiros e familiares. A violência contra as mulheres em todas as suas formas (doméstica, psicológica, física, moral, patrimonial, sexual, tráfico de mulheres) é um fenômeno que atinge mulheres de diferentes classes sociais, origens, regiões, estados civis, escolaridade ou raças.

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