27/05/2018

O Jornal Mídia Kit Anuncie Edição Digital Fale Conosco
Receba nossa newsletter

27/05/2018



Especialista esclarece dúvidas sobre febre amarela

Publicado em 17/01/2018

A febre amarela é uma doença infecciosa febril e de gravidade variável. E seus sintomas são febre alta, calafrios, cansaço, dores no corpo e até náuseas. Possui dois ciclos distintos de transmi

 

A febre amarela é uma doença infecciosa febril e de gravidade variável. E seus sintomas são febre alta, calafrios, cansaço, dores no corpo e até náuseas. Possui dois ciclos distintos de transmissão: silvestre e urbano. No silvestre, os primatas não humanos, como os macacos, são os principais hospedeiros e os vetores são mosquitos. Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental ao ter contato com áreas onde os mosquitos habitam. Já no urbano, a transmissão ocorre a partir dos mosquitos Aedes Aegypti infectados que picam o ser humano.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, entre dezembro de 2016 e agosto de 2017, 777 casos foram confirmados e 261 pessoas morreram em decorrência da febre amarela. Segundo Hermes Higashino, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo, a vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença. “A vacina contra a febre amarela é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. É contraindicada para gestantes, crianças com menos de nove meses de idade, pessoas com o sistema imunológico debilitado e alérgicas a gema de ovo. Neste caso, ao visitar áreas suscetíveis, é recomendado o uso de repelente, camiseta e calça compridas, meias e luvas.”

Ainda de acordo com Hermes “A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença. O tratamento consiste em controlar os sintomas e prevenir complicações. É recomendado fazer repouso, ingestão abundante de água, boa alimentação e reposição sanguínea, quando indicado. Além disso, após a cura, não há riscos de reinfecção”, explica o infectologista.

No Hospital São Camilo, as equipes administrativas e assistenciais participam de campanhas internas de vacinação, como forma de prevenção e controle da doença. A ação tem o intuito de conscientizar os funcionários para que também incentivem amigos e familiares a buscarem a vacina.

 

FECHAR

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade